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  • Setembro Amarelo 2026: escutar é estar presente
Prudential: mercado acompanha movimento estratégico global
7 de setembro de 2026
  • 10 setembro, 2026

Saúde mental, acolhimento e acesso ao cuidado também fazem parte da prevenção.

Em uma rotina cada vez mais acelerada, talvez uma das coisas mais importantes — e também mais difíceis — seja simplesmente estar presente.

Presente para perceber.
Presente para perguntar.
Presente, principalmente, para escutar.

“Escutar é estar presente” é o mote do Setembro Amarelo 2026. A campanha convida à conscientização sobre a prevenção do suicídio e também a uma reflexão mais ampla sobre saúde mental, sofrimento emocional, acolhimento e busca por ajuda.

Às vezes, oferecer a alguém a oportunidade de falar e ser ouvido com atenção, respeito e sem julgamentos pode representar o primeiro passo para que essa pessoa perceba que não precisa atravessar um momento difícil sozinha.

Escutar não significa ter todas as respostas

Quando percebemos que alguém não está bem, podemos sentir que precisamos imediatamente encontrar uma solução.

Escutar não é diagnosticar, julgar, minimizar o que o outro sente.
Escutar também não significa assumir a responsabilidade pelo tratamento de alguém.

Frases como “isso vai passar”, “você precisa ser forte” ou “pense positivo” podem parecer bem-intencionadas, mas nem sempre ajudam quem está atravessando um momento de sofrimento.

Às vezes, uma pergunta simples abre espaço para uma conversa:

“Percebi que você está diferente. Quer conversar?”

E, depois de perguntar, talvez o mais importante seja realmente ouvir.

Em meio a mensagens, notificações, compromissos, trabalho e pressa, oferecer atenção verdadeira também é uma forma de cuidado.

Nem toda tristeza é depressão. Falar mais sobre saúde mental é um avanço.

Ansiedade, depressão, burnout e outros temas deixaram de ser assuntos escondidos. Mas existe um cuidado importante: não transformar toda emoção difícil em diagnóstico.

A vida não acontece em constante felicidade. Sentimos alegria, entusiasmo e realização, mas também tristeza, medo, raiva, insegurança, frustração e cansaço. Essas emoções fazem parte da experiência humana.

Uma semana difícil não significa necessariamente depressão. Sentir ansiedade diante de uma decisão importante não significa necessariamente ter um transtorno de ansiedade.

Estar cansado depois de um período intenso também não significa automaticamente estar em burnout.

Nem todo sofrimento é doença. Mas nem todo sofrimento deve ser ignorado.

O ponto de atenção aparece quando determinadas mudanças persistem, tornam-se intensas ou começam a interferir no sono, no trabalho, nos relacionamentos, no autocuidado ou nas atividades habituais. E você não precisa esperar uma crise para cuidar da sua saúde mental.

Cuidado com os rótulos

Também é importante não transformar aquilo que estamos vivendo em uma definição permanente sobre quem somos.

“Eu sou ansioso.”
“Eu sou depressivo.”
“Eu sou fraco.”
“Eu não dou conta.”

Uma pessoa é muito maior do que um momento difícil ou um diagnóstico.

Ela pode estar vivendo ansiedade, enfrentando uma perda, tratando uma depressão ou atravessando uma fase de exaustão.

Isso não resume quem ela é.

As situações mudam. Nós também mudamos. E as experiências que acumulamos ao longo da vida podem modificar a maneira como percebemos aquilo que hoje parece enorme.

Isso não significa minimizar o sofrimento de alguém.

Em vez de dizer “isso não é nada”, talvez seja mais acolhedor perguntar:

“O que está tornando isso tão difícil para você?”

Corpo e mente precisam ser olhados juntos

Saúde mental também pede um olhar para a saúde como um todo.

Cansaço, dificuldade de concentração, alterações no sono, irritabilidade e mudanças de humor podem ter diferentes causas e precisam ser avaliados adequadamente.

Por isso, o cuidado pode envolver psicólogos e psiquiatras, mas também médicos e outras especialidades, de acordo com a necessidade de cada pessoa.

Alterações hormonais, distúrbios do sono, condições metabólicas, dores crônicas, uso de medicamentos e outras condições clínicas podem coexistir com sintomas emocionais ou precisar ser investigadas.

O mais importante não é tentar descobrir sozinho “o que eu tenho”.

É reconhecer quando algo mudou e saber quando procurar avaliação profissional.

O plano de saúde como caminho para o cuidado

Para quem possui plano de saúde, o benefício pode ser um importante caminho de acesso à rede assistencial.

De acordo com as coberturas e condições contratadas, o beneficiário pode contar com psicologia, psiquiatria, consultas médicas, exames, terapias e diferentes especialidades que podem participar de uma abordagem multidisciplinar.

Na Alta+, acreditamos que um benefício só gera seu verdadeiro valor quando as pessoas sabem que ele existe, compreendem quando utilizá-lo e conhecem os caminhos para acessar o cuidado.

Por isso, informação também faz parte do nosso trabalho.

Se você possui plano de saúde e tem dúvidas sobre rede credenciada, acesso a profissionais ou utilização do benefício, consulte os canais da sua operadora e os recursos disponibilizados pela sua empresa.

Para os beneficiários das empresas atendidas pela Alta+, nossa equipe também está à disposição para orientar sobre o benefício e facilitar a compreensão dos caminhos de acesso à rede assistencial.

Se você se reconheceu neste conteúdo

Prestar atenção em si mesmo é uma forma de cuidado.

Vale observar:

Tenho me sentido muito diferente do meu padrão habitual?

Meu sono ou minha concentração mudaram?

Tenho conseguido descansar?

Estou me afastando das pessoas?

Perdi o interesse por coisas que normalmente me faziam bem?

O que estou sentindo está começando a prejudicar minha rotina?

Essas perguntas não fazem um diagnóstico.

Elas são apenas um convite para observar como você está.

Se o sofrimento persistir, aumentar ou começar a interferir de maneira importante na sua vida, procure um profissional de saúde.

E se eu não tiver plano de saúde?

No Sistema Único de Saúde, a Unidade Básica de Saúde — UBS — pode ser uma porta de entrada para avaliação e orientação. Conforme a necessidade, o atendimento também pode envolver serviços da Rede de Atenção Psicossocial, como os CAPS.

O Centro de Valorização da Vida — CVV — oferece apoio emocional gratuito pelo telefone 188, 24 horas por dia.

Em situações de risco imediato ou emergência, procure atendimento de urgência ou acione o SAMU pelo telefone 192.

A conversa não termina em setembro

O Setembro Amarelo é um importante momento de conscientização sobre prevenção do suicídio, escuta, acolhimento e busca por ajuda.

Mas saúde mental precisa ser cuidada durante todo o ano.

Por isso, ainda neste mês, a Alta+ apresentará uma nova iniciativa:

ALTA+ Saúde Mental

12 meses de informação, prevenção e cuidado. Uma jornada criada para aproximar temas importantes da vida real, ajudar as pessoas a compreender melhor o que sentem, reconhecer quando algo merece atenção e conhecer os caminhos disponíveis para cuidar da própria saúde.

Porque falar sobre saúde mental em setembro é importante. Continuar falando sobre ela durante todo o ano pode fazer ainda mais diferença.

Escutar é estar presente. E saber indicar um caminho de cuidado também é uma forma de estar ao lado.

Informar, orientar e facilitar o acesso aos recursos disponíveis também faz parte da maneira como a Alta+ cuida dos seus clientes.

Este conteúdo é educativo. Não substitui avaliação, diagnóstico ou tratamento realizado por profissional habilitado.

Fonte de referência: Campanha Setembro Amarelo 2026 — “Escutar é estar presente” — setembroamarelo.org.br

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